(724) Sentindo a necessidade de ter coragem, diante do desconhecido.

Eu aprendi que coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. Um homem bravo não é aquele que não sente medo, mas o que o supera.”

São palavra de Nelson Mandela, ganhador do prêmio Nobel da Paz em 1993. Uma significativa inerpretação sobre a nossa manitestação subjetiva de coragem. Muitos já manifestaram o seu entendimento sobre a coragem humana. Vejam, dentre muitos outros: Augusto Cury – “Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.” / Clarice Lispector – “Que minha solidão me sirva de companhia. Que eu tenha a coragem de me enfrentar. Que eu saiba ficar com o nada e mesmo assim me sentir como se estivesse plena de tudo.” e “Ser feliz é uma responsabilidade muito grande. Pouca gente tem coragem.” / Cora Coralina – “A Verdadeira coragem é Ir Atrás De Seus Sonhos Mesmo Quando Todos Dizem Que Ele é Impossível.”

Eu sempre tive dificldade de ter coragem diante do desconhecido, mas melhorei muito com os meus desafios.

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
2. Havendo nesta mensagem qualquer alegação ou citação que mereça ser melhor avaliada ou que seja contrária aos interesses dos seus autores, mande sua solicitação para edsonbsb@uol.com.br

Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(723) Sentindo a luz Divia em nós.

Hoje comecei o dia lendo a tradução de uma entrevista de Homero Santiago, docente do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia da Universidade de São Paulo, publicada na Edição 177 da Revista Humanitas, da Editora Escala. O que chamou muito a minha atenção foi esta parte:

“Segundo uma ótica fatalista, é impossível mudar a vida, a qual se transforma em destino inevitável.

Minha primeira reação foi perguntar para mim mesmo, com esta única palavra – Será?. Isto porque sempre acreditei no nosso poder de escolha. Foi quando logo após, deparei-me com esta síntese: – “O Universo funciona suprindo necessidades enquanto nossa humanidade prefere funcionar satisfazendo desejos. A diferença entre “necessidades” e “desejos” é sutil, requer muito discernimento para ser por nós distinguida. Certo é [como acredito] que o Universo foca no essencial (necessidades), e o ego humano busca o atendimento imediato de seus (desejos). Isso chama-se “autoconhecimento”. Portanto, todos nós precisamos se interiorizar para [repito] conhecer as nossas “necessidades”, sejam elas de que natureza fororem. Sob uma perspectiva religiosa, o que motivou um enfoque subjetivo deste nosso encontro, foram estas palavras do Frei Robson Luiz Scudela, sobre o 4º Domingo da Quaresma (Jo 9,1-41), que encontrei ontem na folhinha destacável do Calendário “Coração de Jesus – Abençoai este lar”, que me foi presenteado no início deste ano:

– “Vendo um homem cego de nascença, Jesus vai ao seu encontro, restituindo-lhe a visão. Diante do milagre e do fechamento à ação de Jesus, muitos não admitiram que aquele homem era o mesmo que até então estava cego. Outros, entre eles os fariseus, acusavam que aquele homem não guardava o sábado. Outros, ainda, o expulsaram da comunidade visto que ele testemunhou que quem o fez ver veio de Deus. Jesus, vendo-o expulso da comunidade, vai novamente ao seu encontro. O cego, que agora vê, testemunha sua fé em Jesus e prostra-se diante dele, pois Jesus é a sua verdadeira luz. Também nós podemos ser curados de nossas cegueiras. Infelizmente, muitas vezes, presumindo ver, continuamos cegos, incapazes de ver Jesus, a verdadeira Luz, em quem podemos confiar.”

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(722) Sentindo o perpetuar do que não devemos esquecer.

Ver as pessoas mudando não é o que machuca. O que machuca é lembrar quem elas costumavam ser.”

São palavras de Clarice Lispector (1920-1977). Pergunto: O que podemos acrescentar? Minha resposta é nada. Mas certo é, que com a passagem ilusória do tempo em nossas vidas tudo muda em nossas realidades. Clarice tocou num ponto que merece a nossa atenção: Mesmo nada sendo imutável, entristece-mos recordar um passado inesquecível, que não volta mais. O que motivou este nosso encontro, foram estas considerações do doutor em Educação Histórica pela UFPR, Daniel Medeiros (numerei):
1. Há uma diferença importante entre lembrar e rememorar. 2. Uma coisa é recuperar um fato, como quem pesquisa na internet o dia e o ano de algum acontecimento. Outra é reviver um acontecimento, como quem incorpora a imagem de uma emoção ou de um medo. 3. Rememorar, ao contrário, é enriquecer o presente com a reelaboração do passado. Um passado que nunca é igual, que é sempre uma reescrita, uma ficção sobre o acontecimento. 4. Fosse um agricultor, diria que rememorar é revolver a terra, deixá-la respirar, misturar-se, recombinar-se, devolvendo-lhe a fertilidade e o desejo de novas flores. 5. Na História que se ensina, não faz sentido exigir a repetição do passado, mas evocar os ecos que vêm de longe e que ainda ressoam no presente. 6. O passado cultivado só serve se for para colher novos frutos, e não para guardar folhas secas e sementes desbotadas. O passado não é importante como um produto, mas pelo seu poder de desvelamento. 6. É um desperdiço cobrar conteúdos sobre o passado em vez de propor dividir sentimentos sobre o passado.

Relebre com a mesma intensidade, as coisas boas que aconteceram em sua vida. Nesse caso, recordar é novamente reviver.

Pensem nisso!

Notas:
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3. As considerações do doutor Daniel Medeiros

(721) Sentindo que tudo tem um propósito em nossas vidas.

Aprendi com a monja Coen este ensinamento: – “O buismo encerra três ensinamentos fundamentais: 1. Todas as coisas são impermanentes. 2. Nada tem uma natureza própria, intrínseca, fixa e imutável. 3. Tudo pode viver em paz e quietude de nirvana. Entenda que nada é fixo, nada é permanente. Nenhuma condição é fixa ou determinada. Não é a questão de uma coisa passar por mudanças. Significa que todas as coisas, inclusive você, estão sepre mudando.

Com esse número de mensagens não tenho condições de comprovar se anteriormente já enriqueci esta nossa caminhada para o “autoconhecimento” com esse ensinamento. Estou acreditando que sim. Mas deve existir uma explicação para isso. Entendo que alguem esteja precisando desse precioso ensinamento. Além disso, faço o que o meu coração manda. Sugiro que você leia com atenção e avalie se está sendo merecedor da sua atenção. Nada na vida da gente acontece por acontecer; tudo que para nós se manifesta tem uma subjetiva finalidade. Eu acredito.

Pensem nisso!

Notas:
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(720) Sentindo a necessidade de cuidados, com a poluição sonora.

Sentindo a importância da percepção auditiva.

São minhas palavras, que nos ajuda a nos orientar em muitas das nossas inteirações existenciais, principalmente diante do que para nós, ainda é desconhecido. Me foram intuidas após a leitura destas considerações da doutora em Filosofia (PUC-SP), MONICA AIUB, sobre “Ler, Escutar e Pensar”, divulgadas na Edição 171 da Revista Humanitas, publicação da Editotra Escala:

– “David Burrow (1990) levantou a hipótese de que a forma como nós, humanos, experienciamos os sons seria responsável por nossas capacidades de pensamento, expressão e comunicação. Isso ocorreria porque os sons nos permitiriam um distanciamento do mundo material, propiciando o surgimento do pensar. Porém, hoje, para que possamos ser mais produtivos, para aproveitarmos melhor o tempo, não nos permitimos o distanciamento do mundo material, não nos dedicamos exclusivamente à leitura ou à escuta. Fazemos isso enquanto desempenhamos muitas outras tarefas, algumas delas inconciliáveis em tempos anteriores. Com isso, estaríamos alterando nossas capacidades cognitivas? Seria o fim da leitura? A dispersão provocada pela realização de várias tarefas concomitantemente afetaria nossa escuta? E o nosso pensar? Conseguimos observar as implicações de nosso desejo de produtividade cada vez maior em nossa saúde, no clima, nas relações sociais… em nosso pensar… O que seremos: espectadores passivos que servem como engrenagens de uma “máquina produtiva” ou seres pensantes, críticos e criativos, capazes de gerar modos de vida mais sustentáveis?”

Pensem nisso!

Notas:
1. A reprodução parcial ou total de qualquer parte desta mensagem, dependem de prévia autorização (Lei nº 9.610/98).
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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(719) Sentindo os Sísifos, dos nossos tempos.

Good article! We will be linking to this particularly great article on our site. Keep up the good writing. Tradução: Ótimo artigo! Vamos incluir um link para este excelente artigo em nosso site. Continue escrevendo bem.

São gratificantes e emocionam, essa manifestações de reconhecimentos da nossa proposta de buscas de “autoconhecimento” e de interiorização. Detalhe: Em sua maioria recebidos do exterior, o que não sei explicar. Hoje peço sua atenção para estas considerações do doutor em Educação Histórica, Daniel Medeiros, sobre Sísifo<, publicadas na Edição 171 da Revista Hunanitas, publicação da Editora Escala (numerei):
1. Conta a mitologia grega que Sísifo foi um cidadão condenado pelos deuses a uma tarefa inusitada: subir um morro carregando uma pesada rocha, apenas para vê-la deslizar por todo o trajeto percorrido e começar tudo outra vez. Essa imagem, de repetir a mesma árdua tarefa sem que se alcance o objetivo almejado, ilustrou, ao longo do tempo, a falta de finalidade da existência humana.
2. Sísifo é a personificação do homem comom, que se esfalta a vida inteira na esperança de, em algum momento, receber a recompensa merecida, mas tudo que acontece é um “quase”, seguido por uma nova empreitada morro acima.
3. Em algum momento, pode surgir a pergunta que é, segundo o filósofo Albert Camus, a única verdadeira questão da existência humana: o que fazer? Continuar? Ou, como diria o poeta João Cabral de Mello Neto,”pular da ponte da vida? Visto que, se estou escrevendo este texto e você o está lendo, optamos por continuar, ou seja, aceitamos o absurdo e buscamos, nele, um sentido para continuarmos em nossa faina de crescer, produzir, prover, cuidar, envelhecer e, só então, quando as pernas falharem, deixar a pedra rolar pela última vez.
4. Quando a pedra deslisar e se perder lá embaixo, estaremos no alto do morro e seremos livres. Não será por muito tempo, mas será um tempo único e incrível. Depois desceremos com o vento no rosto, sentindo as forças da natureza restaurando nosso cansaço. E será hora de encarar a pedra novamente, com a alegria de quem sabe o que está fazendo.

Quando escolhi a história de Sísifo para este nosso encontro, a minha inteção era perguntar se eles ainda existem entre nós. Estava tendente a concluir que não existem mais. Acontece que mudei de ideia quando reconheci que agora, as nossas pedras são as nossas “consciências” que nem sempre conseguimos escutar para mudar as nossas realidades de vida.

Pensem nisso!

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Muita paz e harmonia espiritual para todos.

(718) Sentindo o nosso trabalho, principalmente com fonte de crescimento interior.

O trabalho não é apenas uma obrigação, é uma oportunidade para fazer a diferença no mundo.”

São palavras de Martin Luther King Jr. Todo trabalho, seja de que natureza for, são fontes de crescimento e aprendizado. Gosto destas palavras de Sigmund Freud (1856-1939):

– “Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa.”

Em qualquer tipo de trabalho, o mais importante é você gostar do que faz. Agindo assim, subjetivamente despertamos em nós mesmos e para nós, nossas fontes de criatividades em todos os sentidos do nosso existir e viver.

Pensem nisso!

Notas:
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(717) Sentindo sabedoria, na conquista interior dos nossos desejos.

I’m not sure where you are getting your information, but good topic. I needs to spend some time learning more or understanding more. Thanks for wonderful information I was looking for this information for my mission.”
Tradução: “Não sei de onde você tirou suas informações, mas é um bom tópico. Preciso dedicar um tempo para aprender ou entender mais sobre o assunto. Obrigado pelas ótimas informações; eu estava procurando por isso para a minha missão.”

Não consigo entender por que há muito, diariamente meus seguidores são muitos do exterior? Aqui do Brasil, somente me acompanham os amigos próximos para quem aviso minhas postagens. Da recebida à cima, o que chamou minha atenção foram essas palavras – “I was looking for this information for my mission”. Isto porque como sempre acreditei e continuo acreditando, nesta dimensão existencial de vida todos nós temos uma “missão” de buscas de necessárias de melhorias em todos os sentidos e, principalmente, para o nosso procecesso de evolução esprritual por dimensões infinitas. Repito: Sempre acreditei nisso. Neste nosso encontro há um detalhe interessante para o qual peço a sua atenção. Explico: A minha intenção era de iniciá-lo com estas palavras Mahatma Gandhi, que foi um líder espiritual e ativista indiano, nascido em 1869 e assassinado em Nova Delhi em 1948:

– “A NATUREZA PODE SATISFAZER TODAS AS NECESSIDADES DO SER HUMANO, MAS NÃO A SUA AMBIÇÃO.”

Sempre fico impressionado como as gerações antigas tinham facilidade, de através da escrita, dizer tudo com poucas palavras. Mesmo assim trago estas minhas considerações: 1. Nós não devemos ficar de braços cruzados, esperando os atendimentos das nossas necessidades. 2. Devemos estar sempre conscientes de que nesta dimensão existencial de vida, estamos aqui para evoluir em todos os sentidos; mas isso depende apenas e exclusivamente de cada um de nós. 3. Tem sido assim que, subjetivamete, também explico para mim os nossos merecimentos. 4. Todos nós temos o direito de ter nossas ambições, no sentido de melhor atender muitos dos nossos desejos de realizações, mas sempre com moderação e principalmente respeitando os dos próximos. 5. Acredito que tudo o que merecemos só nós pertence, mas precisamos saber esperar sempre com moderação. 6. Muito cedo me ensinaram “que tudo acontece “quando” e “como” tem que acontecer, não apenas como desejamos e queremos que aconteça em nossas vidas”.

Pensem nisso!

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(716) Sentindo a necessidade de pensar sobre a velhice.

O conhecimento torna a alma jovem e diminui a amargura da velhice. Colhe, pois, a sabedoria. Armazena suavidade para o amanhã.”

Que primorosa reflexão de Leonardo da Vinci (1452-1519). Mas os tempos mudaram, parecendo-me que muitos poucos falam sobre a velhice, que é inevitável. O que motivou a escolha deste tema foi a minha leitura destas considerações de Daniel Medeiros, que é doutor em Educação Histórica e professor no Curso Positivo, publicado na Edição 180 da Revista Humanitas, da Editora Escala. Ele inicia com estas suas palavras:

– “Ficar velho era o fim de um percurso. O lugar da parada, do descanso, da espera. Um velho era respeitado porque podia ver, do alto, de longe, o que ainda havia pela frente de toda a gente e, com sua experiência, sua “vivência”, aconselhava, ponderando sobre os caminhos mais generosos para a jornada da existência. Isso era assim. Não é mais. Com o aumento incessante da expectativa de vida, não será nenhuma surpresa que as pessoas nascidas na segunda metade do século 20 vivam mais de cem anos. Quem afirma é o pesquisador David McCartthy, da Universidade da Geórgia. Ele diz: “Nossas estimativas indicam que há 95% de chance de que a última mulher sueca nascida em 1950 só morra com idade entre 117 e 125 anos. Portanto, em algum momento entre 2067 e 2075. (…) Basta observarmos os grandes ídolos da música e seus megashows em estaádios ou teatros lotados: Milton, Caetano, Betânia, Chico, Ney, Gil, todos passados de oitenta, todos em uma forma física, mental e artística espetacular.”

Aprendi muito cedo que a teoria na prática muda, por motivos de causalidades alheios a nossa vontade. Mas a minha escolha deste tema para este nosso encontro, foi para sugerir que como somos seres únicos, donos das nossas realidades existenciais, devemos acreditar que ainda vamos viver muito mais, independente da nossa idade atual.

Pensem nisso!

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(715)Sentindo a necessidade de cuidados com a solidão, que pode ser alimentada pela internet.

I’ve been surfing online more than 3 hours lately, yet I by no means found any fascinating article like yours.
It is lovely value enough for me. In my view, if all website owners and bloggers made excellent content material as you did, the web will probably be a lot more helpful than ever before
.”
Tradução: “Tenho navegado na internet por mais de 3 horas ultimamente, mas nunca encontrei um artigo tão interessante quanto o seu. É de grande valor para mim. Na minha opinião, se todos os proprietários de sites e blogueiros criassem conteúdo excelente como você, a internet seria muito mais útil do que nunca.” Recebi esse comentario, em uma das mensagens do sensibililadedaalma.com.br. Também sempre pensei assim, mas reconheço ser muito difícil mudar essa realidade. Gosto muito destas palavras de “Yasmin Brunet” – “Internet é muito legal. Principalmente para pessoas solitária.”Várias vezes já citei aqui, inclusive recentemente, este entendimento conclusivo do Psicólogo e mestre em Neurociências e Comportamento, Marco Callegaro:

– O cerebro emocional e social não faz distinção finas e incorpora a percepção de isolamento, sem considerar que estamos vendo uma montagem de melhores momentos. Paradoxalmente, uma rede social pode contribuir para a solidão, ao induziruma percepção exagrada da socialização dos outros e um sentimento de estar à parte da festa da vida.”

Pensem nisso!

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